20/08/2009
esquecidos ou nunca lembrados
See the children play by
Running try to touch the sky
When one falls you hear a cry
“You’re dead, you’re dead, you must die”
“Take a dream and fly away” she will call
They will wait for you not I, see me crawl
And sometimes I feel so old
I never smile nor do cry
Shadows flicker from above
“Seeker save your soul” she said
She will fly, she will fly
He will wait far away
A golden key to open the door
Behind which the answer lies
You sinned in dreams
Now awake in deeper, deeper dreams
“Take a dream and fly away” she will call
They won’t wait for you not I,
they will wait for you not I
See me crawl, she will fly far away.
Decline and fall…
Never return…
Die…
Mary be so proud, things that are not allowed
To take your own life, stab it with a knife
They put you in a box, send you up to heaven
Oh what to do, not to feel and who are you
Give me money give me sex
Give me food and cigarette
What should we do if baby turns blue?
You broke my heart, it came in two
The faculties of a broken heart
I go out on Monday, looking for a Tuesday
Nothing ever makes much sense
You don’t seem to make much sense
It was an accident, I didn’t mean it
John had a bomb and he lit it in his head
Went to bed for seventeen weeks
Took too many drugs now he don’t eat
They put you in a box and send you up to heaven
The moon has eyes and watches me
As I go to sleep
I’ve caught so many falling stars
There’s holes in my hands
Such a tale I could tell you
Oh, I will take one more step
Get down on your knees, crawl!
Another dead soldier - me that’s all
Take a chance
Take a chance today
Fall in love - run away
True bliss for a couple of hours
Picking up the vainest loving flowers
Brothers! Sisters! Mothers too
A chip on my shoulder as I get older
Hey, buy me a drink and I’ll be like you
Can’t walk, can’t sleep, can’t think
My eyes deceive me my friends are freaks
A lover or a liar in the midnight sun
A lover or a liar, oh which one?
Oh leave me, or love me, I’m everyone’s fool
Confusion! Oh my Jesus guilt
“Am I man enough to take this?”
Get out of my way
Get out of my way
You should know better
Is pain the only comfort?
Is pain the only comfort?
My luck is where I fall
Acceptance! Deliverance!
Who? Who am I fooling?
Tomorrows never come
I am the meat
I am the murder
The eye of the fork
This man must walk
Oh no! Oh no!
I’m just one step, two steps, three steps away
Oh the moon looked down and laughed…
Hey blue moon, you saw me standing alone
Without a love of my own
13/08/2009
AUSÊNCIA MOÍDA EM FADIGA CANSADA
Voz que se abre e grita,
grita alto, muito alto!
Grita a apreensão mais o desespero.
A alma é um vulcão adormecido,
sem paz e, sobretudo, sem luz.
O silêncio apaga-se nos pensamentos
e a fadiga repousa nos braços cansados.
Voz rouca que se cala,
cala alto, muito alto!
Cala os conceitos e preconceitos.
O espírito é um mar estagnado,
superficial, sem ondas, sem sal.
O movimento é a paragem sem destino
e a fadiga repousa nos braços cansados.
Os morcegos roem as flores,
tudo escurece, escurece muito!
Negro contorno da existência.
Assim vai toda a chama, todo o querer,
toda a vontade, toda a beleza, desejo ou amor.
E, de repente, a ausência vestida de morte
que, em qualquer altura, encontra espaço na vida.
E esta fadiga que repousa nos braços cansados!
FADIGA MOÍDA EM AUSÊNCIA
Já não sei o que se passa,
se o cansaço é tristeza ou a tristeza cansaço,
mas sei que estou cansado
e alegrias já não encontro faz tempo.
Nunca fiz ideia do que é a felicidade,
talvez a ausência na abstração,
talvez apenas o sol que nasce todos os dias.
Mas se até ele, por vezes, se esconde
e desaparece tristemente.
Já não sei o que é isto,
se é a mágoa da vida ou a vida que magoa,
mas sei que sinto mágoa
e com a vida não me encontro faz tempo.
Nunca percebi a causa de certas coisas,
talvez seja assim porque é assim, sempre,
talvez apenas a razão que teima todos os dias.
Mas se até ela, por vezes, se perde
e desaparece tristemente.
E, assim, não sei o que se passa,
se a dor é no corpo ou o corpo a dor,
mas sei que dói,
e o corpo existe porque está lá faz tempo.
Nunca encontrei a esperança de perceber,
talvez a inteligência seja isto,
talvez seja o inimigo a abater.
Mas se até ela, por vezes, se desentende
e desaparece tristemente.
Pois! Não sei mesmo o que é isto,
se é o pensamento da alma ou a alma que pensa pensar,
mas sei que penso
e a alma desiste porque sim faz tempo.
Nunca quis o desentendimento das partes,
talvez o cansaço seja o sorriso da derrota,
talvez seja como o sol que nasce todos os dias,
mas no fim, cansado, desiste
e desaparece também.
CANSAÇO MOÍDO EM AUSÊNCIA FATIGADA
Apetecia-me fechar os olhos e dormir,
poder descansar embalado num sonho sereno
e desistir desta procura vã de um não sei quê que não sei.
Sou a ilusão sem encontro,
sou uma ficção sem sentido,
sou a emoção que se perde com o tempo,
menos a mágoa que mói todo o espírito e corpo.
Apetecia-me fechar os olhos e dormir,
deixar de sentir a desolação que dói na carne,
cansa a alma que, desordenada, não se encontra.
Parar de viajar sem caminho,
parar de estranhar o que já sei
e parar de pensar mais que a água fresca,
mais o sal das ondas onde mergulho.
Apetecia-me fechar os olhos e dormir,
conseguir florir, sereno, os meus sonhos
e acalmar a ânsia das coisas efémeras.
Serenar os sacrifícios,
serenar a loucura,
serenar a consciência dos erros,
mais as atitudes que foram porque existiram.
Apetecia-me fechar os olhos e dormir,
acabar o pesadelo de não saber chorar
e fechar a porta ao desespero traquina.
Ser a calma das palavras ausentes,
ser a calma das coisas que não vejo,
ser a calma do acaso que não sei,
mais o sonho que me adormece em seus braços.
04/08/2009
The Verge
neste abismo que somos erra um vulcão
de dentro soltamos bramidos estrépitos sem DÓ
subimos a escala e escalamos até ao topo
no alto do SI que somos olhamos para baixo
dizemos adeus e partimos
o abismo cresce e a peregrinação começa
estridentes enFÁticos procuramos
todas as notas que desafinam e desafiam
voltamos regressados de LÁ e avistamos o SOL
dizemos olá e seguimos
o abismo molda-se procura e alcança o mar
apanha o barco e vagueia pela RÉ
o vento contrapõe um sustenido menor
de MIstério harmónico entrelaçado na melodia
dizemos agora e gritamos
Somos o Abismo e Queremos Ser Ouvidos!
03/08/2009
antologia do esquecimento
Tenho andado distraído, ocupado, com pouca vontade, longe de computadores e, sobretudo, antologicamente esquecido. Isto porque só agora me apercebi que o Henrique voltou aos blogs.
Fui curta a espera, ainda bem. Vão lá ler a série do redondo vocábulo e digam lá se não é ainda bem.
http://universosdesfeitos-insonia.blogspot.com/
02/08/2009
rei que é prince
Passado um primeiro período de nojo e, principalmente, muita nojeira, agora um Rei assim mais Princepe, embora não embarque muito em monarquias e, pelos vistos, ele também já se tenha deixado disso. Ainda bem.
Como o original não entra fica aqui o que pode ser.
22/07/2009
glorioso
Ontem estive na Luz e pude comprovar que Jesus além de estar connosco também está entre nós, Irmãos da Catedral da Luz, mais conhecidos pela sigla SLB.
Naquela Catedral não existem as novas mariquices da igreja católica do não te abraces, não beijes e sei lá que mais. Embora não tenhamos a hóstia, temos os perdigotos de quando berramos e, ali, pude comprovar, existe fé verdadeira. As pessoas partilharam emoções, com sorrisos, abraços, "cascóis", refrigerantes, gritos, mais os ditos perdigotos, e não eram quatro ou cinco como nas outras igrejas, eram 60 mil.
Além da protecção do Nosso Senhor Jesus, ainda tivemos a honra de receber o Judas que, aproveitando uma distracção do Nosso Senhor, entre outras tropelias ainda teve o desplante de assinalar uma grande penalidade que só ele e Belzebu viram. Pouco depois, quase que nos valia o Nosso Querido Santo Mantorras que, assim que pisou o solo sagrado, com uma cabeçada quase fazia a desfeita a estas diabólicas criaturas vestidas de amarelo. Não foi desta mas temos fé que será na próxima, porquê um Santo sem joelhos que consegue fazer coisas destas só pode ser um grande Santo.
Talvez a maior maldade que os enviados do Demo conseguiram fazer connosco, foi conseguirem arrancar-te as rótulas, senão nem Cristianos com Ronaldas ou sem, nem Messis, era ver tudo aí a venerar o poder do primeiro toque e os golos do Santo Mantorras.
Para primeira missa deste ano na Catedral não estivemos mal, deve-se afinar melhor os finalmente, perdeu-se uma boa oportunidade de despachar os inquisitoriais espanhóis com uns cinco sacramentos sagrados, mesmo com as complicações daquele Judas vestido de palhaço, mas com a fé que demonstrámos, quer nas beiras como no solo sagrado, é não faltar às missas que os sacramentos vão aparecer.
Só temos de continuar a rezar alto SLB, SLB GLORIOSO SLB.
13/07/2009
vidas
Numa mesa do optimus alive por entre sons de 3 palcos, enquanto falava de como a vida me tinha desiludido neste últimos cinco anos, oiço um homem, casualmente ao lado, dizer a 2 amigos e a quem mais tinha de ouvir dada a proximidade: "A minha vida sexual é uma merda, uma grande merda!"
Registei, dei um pontapé na minha desilusão e fui ouvir música.
25/06/2009
monólogos da pilinha
Em primeiro lugar, tenho de esclarecer que não sou uma pilinha sou um caralho, não tenho é dedos, quem os tem para escrever não tem colhões, assim como os meus, e desata a usar eufemismos paneleironços como pilinha. Pilinha têm os meninos, eu sou um caralho, sério e responsável, mas um caralho, não um como aqueles muitos outros que vão com qualquer coisa que aparece à frente, mas um com atitude, que não quantifica e, sobretudo, não se importa de esperar semanas para saber bem onde se mete. Sim, não sou nenhuma broca, também tenho sensibilidade.
Posto esta introdução necessária ao meu orgulho e já que estou a falar de sensibilidade, no outro dia vi um programa onde muitas jovens falavam de zonas erógenas e sensíveis, falaram das orelhas, do pescoço, dos lábios superiores e inferiores também, que aquilo era um programa moderno, do clitóris, dos mamilos, dos dedos das mãos, dos pés, sei lá, tudo e mais alguma coisa. Só achei estranho esquecerem-se do ânus, pareceu-me realmente estranho esquecerem-se daquele orifício cheio de nervo, mas também me lembrei de uma frase que o meu pai diz desde que eu era uma pilinha, ou seja: "Quem tem cu tem medo!" Ok! Tá bem. Mas quem tem medo compra um cão, ou vai a um psicólogo ou, melhor ainda, vai à farmácia e compra um tubo de vaselina, sempre sai mais barato. Bem se fosse uma psicóloga já teria dúvidas, mas isso sou eu e acho que estava era a falar das jovens, com isto do cu fiquei perdido.
Outro mito que quero desfazer, é a história dos orgasmos fingidos. As meninas costumam dizer que é fácil fingir orgasmos e que o fazem frequentes vezes.
Fazem?
Como?
Põem-se a gemer como um animal antes da matança, chamam por Jesus como se não existisse amanhã ou ainda, as discretas, a ofegar baixinho ou mesmo as que anunciam: Estou-me a vir! Estou-me a vir!
Está bem pá, estás a vir-te mas eu não sinto nada. Está bem, calma, estás aos gritos mas eu não sinto nada. Está bem, chamas por Jesus, mas nem ele me faz sentir nada e já vos disse que sou sensível. Será que não percebem que é totalmente diferente, até podem ser as maiores actrizes do planeta, mas não conseguem inventar o que se passa lá em baixo, só se for com uns efeitos especiais que desconheço. Além disto tudo, a quem interessa fingir orgasmos, eu é que não certamente, onde eu me meto é porque quero muito e, principalmente, me querem muito, caso contrário prefiro contar quantos dedos tem o meu dono.
Outra vulgar falácia, não confundir com felatio (lá está a minha cabeça a inflamar-se em divagações), é o tempo, mais concretamente os minutos que aguentamos, firmes e hirtos que nem uma barra de ferro, no acto. Mas que interesse é que isso tem, já tive segundos fantásticos como horas, como já disse que nunca é fantástico para mim se também não for para os sítios onde me meto, deduzo que isso não tem importância nenhuma. Isto não é a maratona, muitas vezes até acontece uma grande sessão onde sinto tudo, mas cuidado para quem não sabe, é mais normal nos grandes percursos perder-se a sensibilidade, perguntem ao Carlos Lopes, além disso o objectivo não é chegar primeiro mas ao mesmo tempo, só assim vale a pena qualquer que seja a hora ou segundo que demore.
Bem, agora vou mas é dar um mergulho que estou cheio de frio e preciso de me aquecer.
23/06/2009
k e outras coisas
Como já por aqui disse, não sou nada agarrado ao passado, por vezes até sinto uma grande tristeza por não me lembrar de coisas tão simples como alguns livros que li, por exemplo O Castelo de Kafka, que li teria uns 16 ou 17 anos. Lembro-me da enorme irritação e ao mesmo tempo fascínio ao ler o livro, mas não lembro uma frase que seja.
Esta falta de memória agravou-se neste último ano, comecei a esquecer lugares, pessoas, momentos, filmes e até sentimentos, neste vazio salva-se a música e nada mais.
Vem tudo isto a propósito de um post sobre a revista K no blog da literatura. Não só tive a colecção inteira dessa revista mas, também, de vários números de jornais como o Musicalíssimo, o Sete, o Blitz entre outros. Algures na minha existência foi tudo para o lixo, que é onde, pelos vistos, começo a deixar toda a minha vida.
Será que existe futuro sem passado?
Bem, este blog começou há mais ou menos um ano com este post e esta música.
Reflexo I
- Foda-se, queres mesmo continuar a discutir?
Olhou-a e disse.
- Não, mas quero que tu continues a discutir comigo.
- Cala-te e beija-me.
n começou por beijar-lhe os dedos dos pés, foi subindo devagar demorando-se em toda a carne que encontrou, entre as coxas e o sexo parou.
- Vês como eu tinha razão.
Rosa agarra-lhe os cabelos, abre os olhos nos dele e os lábios dizem.
- Fode-me, come-me o cu todo.
n comeu e guardou a razão para toda vida.
Well, the smart money's on Harlow
and the moon is in the street
the shadow boys are breaking all the laws
and you're east of East St. Louis
and the wind is making speeches
and the rain sounds like a round of applause
Napoleon is weeping in the Carnival saloon
his invisible fiance is in the mirror
the band is going home
it's raining hammers, it's raining nails
yes, it's true, there's nothing left for him down here
Chorus
And it's Time Time Time
And it's Time Time Time
And it's Time Time Time
that you love
And it's Time Time Time
And they all pretend they're orphans
and their memory's like a train
you can see it getting smaller as it pulls away
and the things you can't remember
tell the things you can't forget that
history puts a saint in every dream
Well she said she'd stick around
until the bandages came off
but these mamas boys just didn't know when to quit
and Matilda asks the sailors are those dreams
or are those prayers
so just close your eyes, son
and this won't hurt a bit
Chorus
Well, things are pretty lousy for a calendar girl
the boys just dive right off the cars
and splash into the street
and when she's on a roll she pulls a razor
from her boot and a thousand
pigeons fall around her feet
so put a candle in the window
and a kiss upon his lips
till the dish outside the window fills with rain
just like a stranger with the weeds in your heart
and pay the fiddler off till I come back again
Chorus
22/06/2009
loiras
Pacheco Pereira exige um pedido de desculpa ao jornal i pelo destaque, em título, da frase "Pacheco Pereira é a loira do PSD".
Tenho a dizer que, depois de ter passado algumas noites em branco e os dias aterrorizado só por imaginar tal imagem, também quero um pedido de desculpa.
Será o dito a lutar contra o situacionismo. Que susto!
19/06/2009
Jesus
Jesus chegou ao Benfica, o que está certo porque todos sabemos que ele encarnou, não esverdeou nem azulou, mas o que mais gosto no novo treinador do Benfica, é que vou poder dizer Jesus me valha sem ser beato.
16/06/2009
Vida nos olhos dentro.
Neste deambular distraído entardece.
No rio vêem-se quase todas as cores do dia,
um dourado púrpura indefinido que,
onde o sol não reflecte,
se transforma num prata espelhado anunciando a noite.
Os cacilheiros num vai e vem ininterrupto de pessoas,
com pensamentos, vontades, ambições, sonhos,
tudo a cores e em três dimensões,
largura, altura e profundidade.
Luz que me atravessa a córnea, o humor aquoso e o cristalino,
transformando-se em filme fotográfico na retina,
ilusão invertida que o nervo óptico leva ao cérebro
que processa a imagem como a vejo.
Mas como a sinto?
Na altura da minha profundidade, cristalino o meu humor,
sorrio e retenho o nervo na ansiedade que este todo me faz.
Penso, admiro e recomeço o processo invertendo-o.
Imagem,
cérebro,
nervo,
retina,
cristalino,
humor,
córnea
e, finalmente,
luz.
Claridade que, devagar, se vai com o sol.
Neste entardecer fixo-me nas sombras escusas
e na bola de fogo que é sol caindo por trás das colinas.
Bom seriam sete sóis, um para cada colina,
com sombras infinitas entrecruzando-se na cidade,
fazendo desenhos abstractos na abstracção que sou,
construídos no corpo, do corpo, para o corpo.
Deste pensamento sobra a imagem que deixo lá a atrás,
qual vulto peregrino que já não existe,
que a luz condensou na claridade e levou para longe.
Penso na amálgama de cores que começo a deixar fugir
e, a leste de mim, na noite que chega de este,
céu escuro à minha esquerda para o rio virado,
reflecte-se todo um dia cheio que também vou perder.
Mas, por enquanto, ainda tenho uma réstia,
uma réstia onde toda a estranheza do dia se concentra,
onde toda a dinâmica de sentidos se arruma.
Neste breve momento nada nos separa,
tu és tudo dentro de mim e as cores que fogem também.
Nos meus olhos está tudo,
a claridade que consegui encontrar, finalmente,
as encenações mal paridas que fiz e faço,
os paradoxos sempre irresolúveis,
a luz que absorvi sôfrego,
as colinas,
os deuses,
a solidão,
a cidade,
o rio.
A noite são meus olhos, agora sem luz.
When the day is done
Down to earth then sinks the sun
Along with everything that was lost and won
When the day is done.
When the day is done
Hope so much your race will be all run
Then you find you jumped the gun
Have to go back where you began
When the day is done.
When the night is cold
Some get by but some get old
Just to show life's not made of gold
When the night is cold.
When the bird has flown
Got no-one to call your own
Got no place to call your home
When the bird has flown.
When the game's been fought
You speed the ball across the court
Lost much sooner than you would have thought
Now the game's been fought.
When the party's through
Seems so very sad for you
Didn't do the things you meant to do
Now there's no time to start anew
Now the party's through.
When the day is done
Down to earth then sinks the sun
Along with everything that was lost and won
When the day is done.
Strange face, with your eyes
So pale and sincere.
Underneath you know well
You have nothing to fear.
For the dreams that came to you when so young
Told of a life
Where spring is sprung.
You would seem so frail
In the cold of the night
When the armies of emotion
Go out to fight.
But while the earth sinks to its grave
You sail to the sky
On the crest of a wave.
So forget this cruel world
Where I belong
I'll just sit and wait
And sing my song.
And if one day you should see me in the crowd
Lend a hand and lift me
To your place in the cloud.
08/06/2009
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