15/01/2010

viking moses

Ontem, na ZBD, o que me surpreendeu não foi tanto a música mas o despojamento ou, até mesmo, a crueldade de brincar com excelentes canções ao ponto de começarem sem começo e acabarem sem fim e no meio divagar ao sabor da mente tortuosa de Brendon, que sendo muitas vezes genial, também sabia ser patético noutras. Ainda bem, nós é que ficámos a ganhar. Depois foi beber, calmamente, umas cervejas e conversar com as pessoas como se não fosse nada com ele. Raios o partam.

2 comentários:

Digo Perigo disse...

Almada? Tom Waits? Curioso, às tantas vives ao meu lado e eu não te conheço!

np disse...

Mais para a Cova da Piedade, mas se não for ao lado será perto :)
Entretanto, convido-te para no dia 12 de Fevereiro estares aqui http://sitedev.renhau-nhau.com/home.php.