À pala do canudo, neste último ano, ando a ver Angola, Moçambique e os EUA por um canudo e a perder oportunidades.
É como dizia à minha namorada faz umas semanas, andas chateada olha fode, vem-te e ri-te.
Descobri aqui antologia do esquecimento: QUANDO FOR GRANDE que o Cesariny é da mesma opinião.
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
coisas que me fazem muita impressão
A minha mãe foi ontem ao centro de emprego a uma reunião para a qual tinha sido convocada a semana passada, apesar de estranhar a convocação, pois não tem qualquer subsídio há anos, lá foi saber do que se tratava.
Tentaram fazer-lhe uma lavagem ao cérebro com as novas oportunidades, por uma empresa privada segundo lhe pareceu e por uma menina assim meio inexperiente (para ser simpático e não usar a palavra que foi dita que foi tótó). Perguntaram às pessoas se não queriam valorizar-se, um homem de 63 anos disse que não percebia a pergunta, valorizar o quê perguntava o homem espantado enquanto tirava a carteira profissional para mostrar à menina enquando dizia que queria era trabalhar, fazer o que sabia fazer e para o qual estava habilitado por longos anos de experiência.
A minha mãe vendo no que estava metida pediu licença para sair, perguntaram-lhe directamente, então mas a Sra. não quer ficar, não quer trabalhar, não quer valorizar-se, calmamente respondeu, sabe minha menina, já trabalho 24 horas por dia, tenho a minha mãe com 95 anos em casa ao meu cuidado, com Alzheimer desde os 80, se quiser mandar alguém lá a casa para ver o que trabalho e o valor que tem podem depois fazer o favor de me mandar o diploma e agora, se me dá licença, tenho de sair que a minha mãe está sozinha em casa e pode fazer alguma asneira ou acontecer alguma coisa.
Resta dizer que a D. Olga, senhora minha mãe, tem 64 anos, a quarta classe e uma larga experiência a tomar conta da casa, dos filhos, dos sobrinhos, dos netos, dos amigos destes todos, do sogro e, também, da mãe. É verdade também não cozinha nada mal e tem o que vulgarmente se chama um sexto sentido lixado.
Entretanto, hoje acabei de fazer o meu 10.º ou 11.º telefonema para o ministério da educação a uma média de um por mês no último ano, para saber quando me mandam o meu certificado de habilitações lá enfiado nas trapalhadas da independente. É que pelo menos eu fui às aulas (algumas) e fiz a merda dos exames sem cunhas, sei que aquilo não era grande coisa mas se fiz e até com uma boa média, o canudo dá-me jeito, nem que seja para me pirar daqui, mas dá-me jeito, nem que, mais tarde, sirva só para me limpar o cu, dar-me-á jeito de qualquer forma. Agradecido.
Tentaram fazer-lhe uma lavagem ao cérebro com as novas oportunidades, por uma empresa privada segundo lhe pareceu e por uma menina assim meio inexperiente (para ser simpático e não usar a palavra que foi dita que foi tótó). Perguntaram às pessoas se não queriam valorizar-se, um homem de 63 anos disse que não percebia a pergunta, valorizar o quê perguntava o homem espantado enquanto tirava a carteira profissional para mostrar à menina enquando dizia que queria era trabalhar, fazer o que sabia fazer e para o qual estava habilitado por longos anos de experiência.
A minha mãe vendo no que estava metida pediu licença para sair, perguntaram-lhe directamente, então mas a Sra. não quer ficar, não quer trabalhar, não quer valorizar-se, calmamente respondeu, sabe minha menina, já trabalho 24 horas por dia, tenho a minha mãe com 95 anos em casa ao meu cuidado, com Alzheimer desde os 80, se quiser mandar alguém lá a casa para ver o que trabalho e o valor que tem podem depois fazer o favor de me mandar o diploma e agora, se me dá licença, tenho de sair que a minha mãe está sozinha em casa e pode fazer alguma asneira ou acontecer alguma coisa.
Resta dizer que a D. Olga, senhora minha mãe, tem 64 anos, a quarta classe e uma larga experiência a tomar conta da casa, dos filhos, dos sobrinhos, dos netos, dos amigos destes todos, do sogro e, também, da mãe. É verdade também não cozinha nada mal e tem o que vulgarmente se chama um sexto sentido lixado.
Entretanto, hoje acabei de fazer o meu 10.º ou 11.º telefonema para o ministério da educação a uma média de um por mês no último ano, para saber quando me mandam o meu certificado de habilitações lá enfiado nas trapalhadas da independente. É que pelo menos eu fui às aulas (algumas) e fiz a merda dos exames sem cunhas, sei que aquilo não era grande coisa mas se fiz e até com uma boa média, o canudo dá-me jeito, nem que seja para me pirar daqui, mas dá-me jeito, nem que, mais tarde, sirva só para me limpar o cu, dar-me-á jeito de qualquer forma. Agradecido.
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
futebol
O Benfica perde um jogo e as razões são todas menos o facto de terem falhado mais uma série de golos, se é verdade que, ao contrário da Naval, o Guimarães ainda deu um ar de sua graça em 3 ou 4 jogadas na primeira parte, também não deixa de ser verdade que o Benfica dominou e jogou que se fartou, também falhou que se fartou é verdade, mas o futebol e a vontade de ganhar estão lá, o normal para quem joga assim é marcar mais golos que os adversários só que nem sempre o que é normal é o que acontece num jogo de futebol. Ainda bem.
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
para M.
Ontem chegaste a mim triste e desorientada, não percebias porque é que uma pessoa se enforca aos trinta anos. Eu consolei-te, não com respostas mas como posso, sei e consigo e, por ironia, o post anterior não é uma resposta, mas é um cenário que conheces bem demais e sabes o desespero que te provoca, agora põe-te no lugar deles.
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
portugalzinho
A primeira notícia que ouvi hoje, foi que a associação dos panificadores estava muito chateada com o governo porque, segundo eles, não têm mão-de-obra devido ao rendimento de inserção. Esta notícia deixou-me logo bem disposto pela manhã, só espero que aconteça o mesmo noutros sectores da economia para o meu riso ser mais completo e satisfeito. A questão nem é ser um sector que conheço muito bem, porque nos outros acontece o mesmo, pagam em média 500 € de ordenado, as pessoas fazem mais horas sem receber ou a receber uma palmada nas costas e promessas de nada ou, até, ameaças de despedimento, são obrigadas a aturar um patronato e chefias rudes, intratáveis, analfabetas e incompetentes que se passeiam em 3 Mercedes e mais um jipe BMW, mais a gala nas quintas com piscina e nos garanhões puros lusitanos, e ficam chateados de não ter mão-de-obra.
Coitados.
Coitados.
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
esclarecimento
Relativamente a Manuel Zacarias Segura Viola e José Tobias Taramouco, sei que existiram duas pessoas com estes nomes, quem me dera capacidade para inventar nomes destes, o resto da história não é real. Em relação a Rosa e n, qualquer semelhança com muitas realidade é pura coincidência, não só não sou o n como nunca conheci nenhuma Rosa, gosto mais de malmequeres.
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